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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

« COIMBRA »

Coimbra, velha cidade 
De ruas medievais; 
Do Penedo da Saudade 
Onde tantos imortais
Poetas e trovadores, 
Tiveram os seus amores 
Nos tempos da mocidade… 

Coimbra dos estudantes 
E das tricanas bonitas,
Das noites inebriantes 
Da tua Queima das Fitas… 

Coimbra, cidade linda, 
Foste sempre e és ainda
A cidade capital 
Do amor em Portugal!

Tens na Fonte dos Amores
O amor simbolizado
Por D. Pedro e D. Inês
Num romance consagrado.

Rio Mondego, o Choupal,
O teu Jardim da Sereia
E a Escada Monumental
Junto à Universidade…
Fazem de ti, sem igual,
A mais bonita cidade!
Deste nosso Portugal!...

Coimbra de tradições,
Cidade-mãe de doutores
E da velha Universidade;
Fazes vibrar corações
Por tantas recordações,
Numa palavra…és saudade!

(Fernando Reis Costa)

domingo, 18 de novembro de 2012

Tio António

    
                                 " Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós"

segunda-feira, 25 de junho de 2012

"...
Bons jovens se preparam para o sucesso. Jovens brilhantes se preparam para as derrotas. Eles sabem que a vida é um contrato de risco e que não há caminhos sem acidentes.

Bons jóvens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar.
..."  (Augusto Cury)

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Um livro amigo, para as horas tristes



Feliz é quem tem um livro.

Trabalho efectuado pelo Ricardo, para a biblioteca da Escola Quinta das Flores, em Coimbra.
Posted by Picasa

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Um Dia de Chuva
Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. 
Ambos existem; cada um como é. 

Alberto Caeiro, 
A um PoemaA meio deste inverno começaram 
a cair folhas demais. Um excessivo 
tom amarelado nas imagens. 
Quando falei em imagem 
ia falar de solo. Evitei o 
imediato, a palavra mais cromática. 

O desfolhar habitual das memórias é 
agora mais geral e também mais súbito. 
Mas falaria de árvores, de plátanos, 
com relativa evidência. Maior 
ou menor distância, ou chamar-lhe-ei 
rigor evocativo, em nada diminui 

sequer no poema a emoção abrupta. 
Tão perturbada com a intensa mancha 
colorida. Umas passadas hesitantes, 
entre formas vulgares e tão diferentes. 
A descrição distante. Sobretudo esta 
alheada distância em relação a um Poema. 
(Fiama Hasse Pais Brandão)